28 DE NOVEMBRO A 1 DE DEZEMBRO
TOCHA - FIGUEIRA DA FOZ
28 de Novembro - 6ª feira
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29 de Novembro - Sábado
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(Objectivos da formação; Guia de sobreviência, Informações gerais e afins)
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ALMOÇO
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(Luís Afonso)
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MÚSICA E ANDANÇAS
30 de Novembro - Domingo
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(Jacques Lemiére, Rui Tavares)
ALMOÇO
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Intervalo
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(Vitor Almada)
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MÚSICA & ANDANÇAS
1 de Dezembro - 2ª feira
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- Agenda de actividades para 2009
- Eleição da direcção
ALMOÇO
PARTIDA
INSCRIÇÕES PARA OS NOSSOS CONTACTOS indicando nome, contacto de telefofe e email.
(Reservamo-nos no direito de aceitar todas as inscrições mas só aceitarmos totalmente após conhecermos a pessoa.)
Preço Total - €75
(inclui alojamento e refeições)
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
Quinta da Fonte: nenhum ruído pode impedir o debate que se impõe
Convém, antes de mais, deixar claro que o SOS Racismo não se pronunciou sobre a Quinta da Fonte no calor dos acontecimentos, não por procurar fugir da suposta questão racial subjacente, mas porque e como aliás, vai sendo assumido pelos próprios moradores e todas as instituições e actores sociais que trabalham no terreno, por julgar que não se tratou substancialmente de uma questão de violência racial entre as comunidades do bairro, como muitos pretendem fazer passar a ideia. Foi uma desavença que ocorreu ali como podia ter ocorrido em qualquer lugar do país com as mesmas características; sendo porém evidente que neste caso em concreto, as tensões que existem entre as comunidades não estão verdadeiramente arreigadas no racismo ordinário como o conhecemos, mas antes numa tensão social resultante das degradadas condições de vida do moradores do bairro, sejam eles de que etnia for. Sobre isto, a história já está suficientemente contada e ainda por cima pelos próprios envolvidos e portanto, nada mais a acrescentar. E mais, se dúvidas ainda subsistissem quanto à falsidade da tese racista, elas foram dissipadas pela entrevista dada pelo Presidente do Agrupamento de Escolas da Apelação, Dr. Félix Bolaño à Renascença e ao Público colocando os problemas no seu devido lugar.
Mas se por um lado, o SOS Racismo nunca pretendeu defender a imunidade de qualquer sociedade ou cultura ao racismo, por outro lado, não pactuamos, de maneira nenhuma, com todo o ruído que procura impedir a verdadeira discussão das causas que estão na origem dos problemas no bairros sociais, como por exemplo, a guetização das minorias, consequência da sua discriminação institucional.
O que importa discutir são as políticas que estão na origem das miseráveis condições de vida nos bairros sociais e no caso em apreço, na Quinta da Fonte.
Aliás, o senhor Presidente da Câmara de Loures reconhece que o realojamento da Quinta da Fonte foi um erro, mas persiste no mesmo erro ao querer realojar no mesmo bairro e à sua revelia, os moradores do Bairro do Talude! O Senhor Presidente vem dizer que existem muitas rendas em atraso, quando a primeira medida que tomou, mal tomou posse, foi tentar aumentar exponencialmente e de forma indiscriminada as rendas dos bairros sociais! Só não o conseguiu porque enfrentou a mobilização dos moradores!
Alguns políticos vêem agora derramar lágrimas de crocodilos ao falar na degradação do edificado e na falta de infra-estruturas, quando o SOS Racismo, já em Maio de 1999 (vide Público, Capital e Diário de Noticias do 7 de Maio de 1999), alertava para a incúria das autoridades municipais e centrais na adjudicação da obra para a construção do Bairro da Quinta da Fonte! Já nessa altura, havia problemas com o sistema de saneamento, nomeadamente dos esgotos! Esta obra, como aliás a maior parte das obras de bairros sociais, são feita contra todas as regras de urbanismo e de arquitectura. Porque, neste caso por exemplo e, em muitos casos de construção de bairros de realojamento, as necessárias fiscalizações foram omissas, a qualidade dos materiais de construção deixam muito a desejar e o envolvimento dos visados foi nulo.
As políticas de realojamento basearam-se sempre em remendos em vez de assentar numa organização territorial que permitisse uma gestão democrática do território que fomentasse a convivência de todos os grupos étnicos em igualdade de circunstância! A filosofia política dos bairros de realojamento foi substituir barracas de latas por barracas de betão!
Portanto, querer situar os acontecimentos da Quinta da Fonte numa suposta questão racista entre comunidades é querer tapar o sol com a peneira, porque o que acontece na Quinta do Conde, no Porto, na Bela Vista, em Setúbal, nas Maraianas em Carcavelos, em Santa Filomena, na Amadora, na Quinta da Torrinha, na Ameixoeira, etc., etc., não é em nada diferente dos últimos acontecimentos e não são manifestações de racismo, convenhamo-nos!
Pois, daria jeito a muita gente atiçar o conflito das vítimas do racismo quotidiano para legitimar as suas barbáries e desculpar-se dos seus pecados! Se até os pretos, os ciganos, os pobres, são racistas, porque não assumir a inevitabilidade do racismo, pensarão assim muitos pseudo politicamente incorrectos!
O SOS Racismo nunca pactuou com qualquer espécie de violência e muito menos com o racismo, venha ele donde vier, no entanto, que fique claro, nenhum ruído nos impedirá de apontar o dedo aos responsáveis da situação que se vive nos bairros sociais: os políticos dos sucessivos executivos governamentais e camarários que, numa clara política de segregação espacial, empurraram as minorias étnicas em guetos sem condições nenhumas.
Mas se por um lado, o SOS Racismo nunca pretendeu defender a imunidade de qualquer sociedade ou cultura ao racismo, por outro lado, não pactuamos, de maneira nenhuma, com todo o ruído que procura impedir a verdadeira discussão das causas que estão na origem dos problemas no bairros sociais, como por exemplo, a guetização das minorias, consequência da sua discriminação institucional.
O que importa discutir são as políticas que estão na origem das miseráveis condições de vida nos bairros sociais e no caso em apreço, na Quinta da Fonte.
Aliás, o senhor Presidente da Câmara de Loures reconhece que o realojamento da Quinta da Fonte foi um erro, mas persiste no mesmo erro ao querer realojar no mesmo bairro e à sua revelia, os moradores do Bairro do Talude! O Senhor Presidente vem dizer que existem muitas rendas em atraso, quando a primeira medida que tomou, mal tomou posse, foi tentar aumentar exponencialmente e de forma indiscriminada as rendas dos bairros sociais! Só não o conseguiu porque enfrentou a mobilização dos moradores!
Alguns políticos vêem agora derramar lágrimas de crocodilos ao falar na degradação do edificado e na falta de infra-estruturas, quando o SOS Racismo, já em Maio de 1999 (vide Público, Capital e Diário de Noticias do 7 de Maio de 1999), alertava para a incúria das autoridades municipais e centrais na adjudicação da obra para a construção do Bairro da Quinta da Fonte! Já nessa altura, havia problemas com o sistema de saneamento, nomeadamente dos esgotos! Esta obra, como aliás a maior parte das obras de bairros sociais, são feita contra todas as regras de urbanismo e de arquitectura. Porque, neste caso por exemplo e, em muitos casos de construção de bairros de realojamento, as necessárias fiscalizações foram omissas, a qualidade dos materiais de construção deixam muito a desejar e o envolvimento dos visados foi nulo.
As políticas de realojamento basearam-se sempre em remendos em vez de assentar numa organização territorial que permitisse uma gestão democrática do território que fomentasse a convivência de todos os grupos étnicos em igualdade de circunstância! A filosofia política dos bairros de realojamento foi substituir barracas de latas por barracas de betão!
Portanto, querer situar os acontecimentos da Quinta da Fonte numa suposta questão racista entre comunidades é querer tapar o sol com a peneira, porque o que acontece na Quinta do Conde, no Porto, na Bela Vista, em Setúbal, nas Maraianas em Carcavelos, em Santa Filomena, na Amadora, na Quinta da Torrinha, na Ameixoeira, etc., etc., não é em nada diferente dos últimos acontecimentos e não são manifestações de racismo, convenhamo-nos!
Pois, daria jeito a muita gente atiçar o conflito das vítimas do racismo quotidiano para legitimar as suas barbáries e desculpar-se dos seus pecados! Se até os pretos, os ciganos, os pobres, são racistas, porque não assumir a inevitabilidade do racismo, pensarão assim muitos pseudo politicamente incorrectos!
O SOS Racismo nunca pactuou com qualquer espécie de violência e muito menos com o racismo, venha ele donde vier, no entanto, que fique claro, nenhum ruído nos impedirá de apontar o dedo aos responsáveis da situação que se vive nos bairros sociais: os políticos dos sucessivos executivos governamentais e camarários que, numa clara política de segregação espacial, empurraram as minorias étnicas em guetos sem condições nenhumas.
Comunicado de imprensa do SOS RACISMO
segunda-feira, 14 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
3ª Marcha de Orgulho LGBT no Porto
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Sem papéis e cada vez com menos direitos !

As políticas defendidas por Sarkozy e Berlusconi ameaçam tornar-se lei na Europa, se os 27 aprovarem na quarta-feira a Directiva de Regresso, que pretende harmonizar as leis de imigração para facilitar as expulsões dos sem-papéis, calculados em 8 milhões na União Europeia. Bruxelas recebe nesse dia o protesto de várias ONG contra o aumento das políticas repressivas contra os imigrantes.
A directiva que será acordada pelos representantes dos 27 países membros da UE prevê que o tempo máximo de detenção de um imigrante sem-papéis passe para seis meses, extensível em certas circunstâncias para dezoito meses. Outros pontos polémicos são a possibilidade de detenção dos menores não-acompanhados e a proibição de regresso a UE por um prazo de 5 anos após a expulsão.
A Europa recebe dois milhões de imigrantes por ano, mas boa parte, calculada entre 25% a 50%, refere-se a imigrantes indocumentados. Mas esta medida, se for aprovada, pode mudar substancialmente a situação dos imigrantes em muitos países. No vizinho estado espanhol, por exemplo, o prazo de detenção é de 40 dias, após os quais o imigrante tem de ser libertado, podendo continuar no país à espera de uma regularização. A nova directiva proposta prevê que em caso de "atraso na obtenção de documentos necessários por parte de países terceiros" o imigrante possa passar um ano e meio num centro de detenção.
No parlamento europeu, a posição dos socialistas depende de país para país, dependendo se estão no governo ou na oposição. Enquanto o PSOE defende a directiva, que foi negociada por Zapatero com franceses e italianos e constituirá um suporte na lei europeia para a política de imigração apontada como "permissiva" pela direita espanhola, os socialistas franceses rejeitam a directiva, argumentando que 18 meses é muito tempo para manter imigrantes presos num campo de retenção.
Apesar de ter uma lei considerada como "garantista", a verdade é que o governo Zapatero expulsou nos últimos três anos mais 43% pessoas que o governo de Aznar que o precedeu. Ao todo foram 370 mil pessoas repatriadas entre 2004 e 2007. E ao contrário do que faz parecer a chegada incessante de imigrantes às ilhas Canárias, os imigrantes provenientes de África são apenas 5% do total de indocumentados em Espanha.
A directiva que será acordada pelos representantes dos 27 países membros da UE prevê que o tempo máximo de detenção de um imigrante sem-papéis passe para seis meses, extensível em certas circunstâncias para dezoito meses. Outros pontos polémicos são a possibilidade de detenção dos menores não-acompanhados e a proibição de regresso a UE por um prazo de 5 anos após a expulsão.
A Europa recebe dois milhões de imigrantes por ano, mas boa parte, calculada entre 25% a 50%, refere-se a imigrantes indocumentados. Mas esta medida, se for aprovada, pode mudar substancialmente a situação dos imigrantes em muitos países. No vizinho estado espanhol, por exemplo, o prazo de detenção é de 40 dias, após os quais o imigrante tem de ser libertado, podendo continuar no país à espera de uma regularização. A nova directiva proposta prevê que em caso de "atraso na obtenção de documentos necessários por parte de países terceiros" o imigrante possa passar um ano e meio num centro de detenção.
No parlamento europeu, a posição dos socialistas depende de país para país, dependendo se estão no governo ou na oposição. Enquanto o PSOE defende a directiva, que foi negociada por Zapatero com franceses e italianos e constituirá um suporte na lei europeia para a política de imigração apontada como "permissiva" pela direita espanhola, os socialistas franceses rejeitam a directiva, argumentando que 18 meses é muito tempo para manter imigrantes presos num campo de retenção.
Apesar de ter uma lei considerada como "garantista", a verdade é que o governo Zapatero expulsou nos últimos três anos mais 43% pessoas que o governo de Aznar que o precedeu. Ao todo foram 370 mil pessoas repatriadas entre 2004 e 2007. E ao contrário do que faz parecer a chegada incessante de imigrantes às ilhas Canárias, os imigrantes provenientes de África são apenas 5% do total de indocumentados em Espanha.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Fim de semana prolongado com muitas actividades
FESTA DE INAUGURAÇÃO DA SEDE DO SOS RACISMO NO PORTO



na Rua do Almada, 254 - 3º sala 34 - Vai estando atento às nossas actividades !


na Rua do Almada, 254 - 3º sala 34 - Vai estando atento às nossas actividades !
NO DIA 25 DE ABRIL montamos uma banca na Avenida dos Aliados no fim do cortejo
NO DIA 26 DE ABRIL, à noite o lançamento do "Livro de Jogos Interculturais e Cooperativos" no Gato Vadio
terça-feira, 22 de abril de 2008
Inauguração da Sede do PORTO
Dia 24 de Abril, a partir das 22 horas, vai haver uma feira do livro, projecções de fotos e videos sobre o Mumia Abu Jamal e a sua luta pela liberdade, bancas de materiais, muita música com os DJ's Pedro Ferreira e Ruba Linho, copos and cigarettes.
Contamos com a vossa presença na RUA DO ALMADA, Nº 254, nesta e noutras ocasioes.

Contamos com a vossa presença na RUA DO ALMADA, Nº 254, nesta e noutras ocasioes.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
7 de dezembro 2007
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